Arquivos para o mês de: novembro, 2009

Ele gosta mesmo de música. Se remexe todo só de me ver perto do aparelho de som!

Gosta muito das músicas do Palavra Cantada, da Banda Gigante (principalmente a que fala várias vezes seu nome), o cd infantil que a tia Alda gravou pra ele (ainda recém nascido) e dos sambinhas que a mãe dele anda escutando.

E dorme toda noite me ouvindo cantar:

Dorme filhinho querido que a mamãe aqui está
Dorme a sonhar com os anjinhos que a mamãe fica a cantar
Junto ao bercinho embalando enquanto estás a dormir
A mamãe fica rezando e pedindo a Deus por ti

Que ele guie os teus passos e que sigas caminhos certos
Que te livre dos fracassos e sempre tenhas sucessos
Só peço a Deus que atenda essa minha oração
E que toda mamãe cante pro filhinho essa canção
La la laia silêncio ouviu, la la la laralá ele já dormiu.

Pedro já mostra a língua (a avó que ensinou), se arrasta pelo chão, dança quando começo a cantar, balbucia mamamá, papapá, bobobó, tatatá, bababá. Ele também se joga pra vir no meu colo, come papinhas com carne e tudo (adorou comer papinha desde a primeira. É mesmo um glutão!).

Aqui na casa da minha mãe durmo junto com ele na cama de casal. Então logo cedo ele já me acorda com vários tapinhas na cara. Eu levanto assustada e olho praquela carinha gorda sorrindo pra mim. D.E.R.R.E.T.O. 

Desde ontem aprendeu que bater as mãozinhas na água da banheira é super legal! E eu fico ali ao lado dele t-o-d-a molhada, mas também cheinha de orgulho!

E aqui estamos:  na cidade onde nasci! Ainda não terminei de desfazer todas as trinta caixas da mudança, mas agora falta pouco. Continuamos dormindo na casa da minha mãe (que já sofre antecipadamente com a idéia de ver o netinho logo saindo daqui). O calor é de rachar. Há dias só uso vestidinho e suo só de pensar em colocar uma calça comprida. Deusolivre!

A cidade nos recebeu muito bem. Antigamente eu vinha pra cá e ficava enfurnada na casa da minha mãe aproveitando ao máximo a casa e as companhias. Muito tempo sem ver muita coisa pela cidade afora. E hoje noto que a cidade cresceu muito, os irmãos-bebês dos meus amigos já têm mais de 20 anos, meus amigos continuam os mesmos (assim como eu), graças a Deus o cinema está lá e não foi transformado em “Reino de Deus” (como em MUITAS cidades do interior)… As pessoas me reconhecem mais do que eu a elas. É estranho, pois muita gente sabe quem sou, qual o meu nome, que eu morava em São Paulo… e eu olho praquela pessoa estranha na minha frente e tento, MUITO, puxar da memória quem ela é e não fazer TÃO feio assim. Ai, que vergonha! As pessoas se lembram de mim porque sou “filha da Maria”, “irmã do Y!”, “você era levantadora do time de voley da cidade, né?” (essa nem eu lembrava mais!!), você cantava no coral… e eu sigo reconhecendo esse povo todo!

Bom mesmo é sair com o Pedroca! Não tem um só dia em que ele não recebe um elogio, um afaguinho… já faz um sucesso danado esse meu menino! ;o)

a Alda é de outro mundo, gente. juro.

eu tinha comprado três livros pela net (esse, esse e esse – todos de blogs!) e estranhei aquele quarto pacote vindo do correio… e é TÃO gostosa a sensação de receber algo pelo correio, né? toda vez que recebo faço promessas de que vou escrever cartas pros meus queridos (e é claro que nunca cumpro). então, daí que tava aquele pacote lá e eu curiosíssima pra saber o que tinha dentro. abri primeiro os três livros (adoro judiar da minha curiosidade). depois fui feito doida abrir o pacote. que delícia! que surpresa boa!! eram presentes da Alda!!! ;o)  ai, que felicidade! chorei ao ler o bilhetinho, ao ver os carrinhos tão mimosos pro Pedroca e, claro, coloquei correndo o cd pra escutar. tudo perfeito. tudo tão delicado e amoroso!

Alda, eu amo você. MUITO OBRIGADA, querida amiga. não só pelos mimos tão lindos, mas pela atenção de sempre. tava mesmo precisando e você SEMPRE adivinha, né? aldoca-de-outro-mundo!

“Pra nunca perder esse riso largo
E essa simpatia estampada no rosto”

ando tão chata. chata comigo mesma.