E aqui estamos:  na cidade onde nasci! Ainda não terminei de desfazer todas as trinta caixas da mudança, mas agora falta pouco. Continuamos dormindo na casa da minha mãe (que já sofre antecipadamente com a idéia de ver o netinho logo saindo daqui). O calor é de rachar. Há dias só uso vestidinho e suo só de pensar em colocar uma calça comprida. Deusolivre!

A cidade nos recebeu muito bem. Antigamente eu vinha pra cá e ficava enfurnada na casa da minha mãe aproveitando ao máximo a casa e as companhias. Muito tempo sem ver muita coisa pela cidade afora. E hoje noto que a cidade cresceu muito, os irmãos-bebês dos meus amigos já têm mais de 20 anos, meus amigos continuam os mesmos (assim como eu), graças a Deus o cinema está lá e não foi transformado em “Reino de Deus” (como em MUITAS cidades do interior)… As pessoas me reconhecem mais do que eu a elas. É estranho, pois muita gente sabe quem sou, qual o meu nome, que eu morava em São Paulo… e eu olho praquela pessoa estranha na minha frente e tento, MUITO, puxar da memória quem ela é e não fazer TÃO feio assim. Ai, que vergonha! As pessoas se lembram de mim porque sou “filha da Maria”, “irmã do Y!”, “você era levantadora do time de voley da cidade, né?” (essa nem eu lembrava mais!!), você cantava no coral… e eu sigo reconhecendo esse povo todo!

Bom mesmo é sair com o Pedroca! Não tem um só dia em que ele não recebe um elogio, um afaguinho… já faz um sucesso danado esse meu menino! ;o)

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